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sábado, 29 de dezembro de 2012

O mundo segundo a Monsanto

O documentário "O Mundo segundo a Monsanto" da francesa Maria-Monique Robin (traça a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão se proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de ambientalistas. A multinacional Monsanto é líder mundial na produção do herbicida da marca Roundup. Também é, de longe, o produtor líder de sementes geneticamente modificadas, respondendo por 70% a 100% do market share para variadas culturas. A introdução das sementes em vários países (Argentina, Brasil, China, Índia ou até Haiti) demonstraram ser extremamente prejudiciais para a segurança alimentar das suas populações - ao eliminar outras culturas locais existentes, ao utilizar pesticidas e herbicidas fabricados pela empresa ou ainda ao aumento exponencial do preço das sementes.




sábado, 3 de novembro de 2012

Vivienne Westwood apoia Assange

Já lá vão 4 meses desde que Julian Assange se refugiou na embaixada do Equador em Inglaterra, sob asilo político do país centro-americano.
O fundador do wikileaks é desde então o alvo de discussão entre os dois países: o Equador garantiu o asilo político a Assange em Agosto, após o mandato de captura pelo Reino Unido e pedido de extradição para a Suécia, onde é acusado de violação.
Assange não pode sair da embaixada, pois mal pise o solo inglês, é imediatamente deportado.
 
A wikileaks viu as suas doações serem bloqueadas pela Visa, Mastercard, Western Union, Paypal, Amazon e Bank of America, e houve uma cidadã britânica que quis fazer algo para ajudar uma pessoa que "expôs factos sigilosos e combateu a desinformação para o bem do público".
 
Nada mais nada menos que a designer Vivienne Westwood, que lançou uma linha de t-shirts em solidariedade com Assange. Os lucros revertem inteiramente para a wikileaks.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Ideias criativas para te entreteres nos dias frios

Hoje mostro-te algumas ideias criativas de reutilização de materiais que poderás fazer em casa. Em vez de os deitares para o lixo para reciclagem, experimenta uma destas. Pode ser que te entusiasmes!

Garrafa de água ---> Vassoura

 

Tampas de garrafa ---> Velas

 

Rolos de papel higiénico ---> Organizadores de caixas / gavetas

 

Cartões ---> Palhetas de guitarra

 

Cabides ---> Biombo (isto se tiveres muitos cabides :))

 

Patilhas de latas ---> Carteiras

 
 
 

Garrafões + colheres de plástico ---> Candeeiro

 
 

Mãos à obra!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

PIMP MY CARROÇA

Apresento-te o projecto PIMP MY CARROÇA.
 
Em S. Paulo, grande parte do lixo não é reciclado. 
Existem centenas de catadores de lixo reciclável que percorrem as ruas diariamente, quase invisíveis para a opinião pública, recolhendo papel, cartão, plástico, e que ajudam a preservar o ambiente da cidade.
A estes agentes ambientais marginalizados juntou-se a arte marginalizada do graffiti e nasceu o PIMP MY CARROÇA, através do Crowdfunding.
O evento contou com a prestação de vários serviços de saúde e de higiene do trabalho aos catadores de lixo.
 
O resultado está à vista. Parabéns!
 
 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Conflict kitchen - comendo com o inimigo


Apresento-te o Conflict Kitchen. Neste restaurante de take-out, apenas são servidos pratos provenientes de países com os quais os EUA estão em conflito. Como? A cada seis meses, o painel que identifica a loja e por onde saem as mais diversas iguarias muda, de acordo com o país mais em voga na altura.
Cada mudança de imagem e de culinária é apoiada por uma série de eventos, performances e debates que procuram sensibilizar o público americano e divulgar a cultura, a política e aquilo que está em causa no conflito com os EUA por parte do país escolhido. Pode-se por exemplo participar em jantares via skype entre cidadãos de Pittsburgh e jovens profissionais de Teerão, realizadores de documentários de Cabul ou ainda activistas de rádios comunitárias de Caracas.
Actualmente, a versão cubana apresenta aos seus clientes a comida, a cultura e a mentalidade do povo cubano no país de origem e daqueles que emigraram para os EUA. Desenvolvido em colaboração com a comunidade cubana, a comida é embalada em caixas para take-out seladas com autocolantes e embrulhadas em papéis que incluem entrevistas a cubanos em Cuba e nos EUA sobre questões como o embargo económico ou a relação de Cuba com outras potências mundiais. Estes “wrapers”são produzidos especialmente para cada versão do restaurante. E tal como seria de esperar, as ideias e as opiniões são muitas vezes contraditórias e condicionadas pela vivência pessoal. Estas contradições permitem ao Conflict Kitchen questionar, debater e conversar com os seus clientes.
Localizado em Pittsburgh, o Conflict Kitchen ofereceu pela primeira vez aos cidadãos um restaurante iraniano, afegão, venezuelano ou cubano. Brevemente, terão também uma versão norte-coreana.










domingo, 15 de julho de 2012

Muito mais do que música

Apresento-te um festival que celebra o seu 15.º aniversário este ano. Um festival que escolheu como tema a Alquimia, de acordo com o calendário Maia, colocando o ano de 2012 como ponto de viragem cósmico, de mudanças extremas a nível ambiental e social. Um festival que quer aproveitar para consciencializar para a mudança que tem de ser empreendida junto de cada um. O respeito pela Terra e pela Natureza. E por cada um de nós.

Além da música, oferece exposições de artistas de todo o mundo, performances artísticas ao vivo, workshops e palestras sobre diversos temas, painéis de debate, visionamento de filmes, entre muitas outras actividades.

Todos os anos, a organização selecciona um país (normalmente, um país "em desenvolvimento"), e oferece bilhetes grátis aos seus cidadãos. Este ano, os felizes contemplados são o México e a Guatemala. Qualquer cidadão destes dois países que queira visitar o festival, terá acesso ao seu bilhete gratuitamente. 
Além disso, existe ainda a preocupação de baixar o preço dos bilhetes a países que tenham estado debaixo da especulação financeira por parte das agências de rating internacionais: Portugal, Grécia, Irlanda e Espanha. Esta é a sua forma de protesto.
Também existe um preço especial para países de África, Ásia e Pacífico (excluindo as maiores economias desta zona), Caraíbas, América Central e do Sul e Europa de leste.
Este ano conta com mais de 100 países representados, segundo os dados de venda de bilhetes. Uma verdadeira reunião de pessoas de todo o mundo. 

Um festival que trata toda a água utilizada e a devolve à natureza tão limpa quanto a recebeu, reduzindo a sua pegada a zero. Com quase 100% das instalações sanitárias equipadas para compostagem de todos os resíduos, que são depois utilizados na agricultura. Um festival que gera grande parte da energia utilizada a partir de óleo vegetal ou de painéis solares. Que utiliza a tecnologia LED como uma das suas apostas fortes no que diz respeito à iluminação de todo o recinto.

Um festival cujas infraestruturas são construídas em materiais naturais, como bambu, madeira, terra, cana, pedra, apostando assim na bio-construção e minimizando o impacto ambiental. Além disso, aposta fortemente na reutilização de materiais, reduzindo também a sua pegada carbónica de forma significativa.

Vencedor do Green'n Clean Festival of the Year 2010 e do Greener Festival Award em 2008 e 2010, este festival está integrado em think-tanks internacionais para partilha e investigação no que diz respeito a boas práticas ambientais em festivais de música, tais como a United Nations Environment Music & Stakeholder Initiative e o GO-Group (Green Operations Europe). Um verdadeiro case-study de sucesso para organização de eventos sustentáveis.



Algumas pessoas podem pensar que se trata apenas de um festival de trance, mas o BOOM é muito mais do que isso.

A partir de 28 de julho em Idanha-a-Nova: www.boomfestival.org 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Mudanças sustentáveis

Tens de mudar de casa? Já pensaste que até nisso podes ser mais consciente e prejudicar menos o ambiente? É fácil!
Até ao mudar de casa te podes sustentar, é verdade. Aqui vão algumas dicas muito simples e que já fazem muita diferença:
1. Tenta não comprar embalagens, nem caixas para colocares as tuas coisas. Aproveita malas de viagem. As tuas, as da tua família e dos teus amigos. Aposto que consegues reunir suficientes. Além de serem fáceis de transportar, não se estragam e aguentam com bastante peso.
2. Se não tiveres malas suficientes, reutiliza sacos de plástico ou de cartão ou até caixas que tenhas guardadas.
3. Tenta fazer apenas uma deslocação. Às vezes, fazeres tu a tua própria mudança, com um carro, consome-te além de gasolina, tempo, paciência e energia. Mais do que era suposto. Contrata antes uma empresa que te faça as mudanças, ou até mesmo a Associação REMAR. Com esta estarás a apoiar a inserção social de ex-toxicodependentes.
4. Aproveita para ver o que realmente precisas e aquilo que não te faz falta e podes doá-lo a associações de apoio social.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Consumo inteligente

Hoje volto a falar-te do consumo responsável ou do consumo inteligente. Achas que és inteligente?
Para consumires de forma inteligente deves primeiro comprar apenas o que é necessário e segundo, ter consciência do impacto ambiental que a tua compra gera.
Está na tua mão esta escolha por produtos que respeitem modelos de produção mais sustentáveis. Tu é que podes mudar o paradigma da sociedade actual e o desempenho das empresas.
Já reparaste que muitos dos produtos têm cada vez uma durabilidade mais reduzida? Que quase somos obrigados, de tempos a tempos, a comprar novamente os mesmos produtos, pois deixaram de funcionar?

They time those things! They time them, so when you finish paying them, there useless!


Aconselho este filme para te enquadrares melhor neste tema.

Foi a partir desta reflexão sobre o consumo responsável, que o Instituto Akatu elaborou o Decálogo do Consumo Consciente. São dez indicações para a sustentabilidade na produção e no consumo, dirigidas a cidadãos, governos e indústria.

O consumo inteligente deve valorizar:

1. Os produtos duráveis, em detrimento dos descartáveis ou de desgaste acelerado
2. A produção e o desenvolvimento local mais do que a produção global
3. O uso compartilhado de produtos, ao invés da posse e do uso individual
4. A produção, os produtos e os serviços social e ambientalmente mais sustentáveis
5. As opções virtuais, em vez das opções materiais
6. O não-desperdício dos alimentos e produtos, promovendo o seu aproveitamento integral e o prolongamento da sua vida útil
7. A satisfação pelo uso dos produtos e não pela compra em excesso
8. Produtos e escolhas mais saudáveis
9. As emoções, as ideias e as experiências, em vez dos produtos materiais
10. A cooperação, em vez da competição

Helio Mattar, doutor em Engenharia Industrial da Universidade de Stanford, do Instituto Akatu afirmou:
"Dizer à classe média, recém-chegada ao mercado do consumo, que ela não pode consumir, além de uma idiotice, é injusto. Mas é possível dizer a essas pessoas que existe um consumo mais inteligente. É preciso informação para se consumir de outra forma e que a população seja estimulada para isso. É disso que se trata essa transformação que os dez itens propõem."

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Recicla as tuas atitudes - Praia do Botafogo

Por ocasião do Rio+20, foram colocadas a 19 de junho na praia do Botafogo, duas esculturas de peixes gigantes, construídas a partir de milhares de garrafas de plástico. Criaram um magnífico efeito durante o dia e ainda mais espectacular à noite, com efeitos de luz.

Recicla as tuas atitudes!










segunda-feira, 11 de junho de 2012

Wasting water will kill the future

No passado dia 5 de junho, foi anunciado em Copenhaga o vencedor do concurso de publicidade sobre a escassez de água, promovido pelas Nações Unidas: The Future we want – Drop by Drop.
O merecido vencedor foi o italiano Daniele Gaspari, que desenvolveu uma impactante imagem sob o título: “ Wasting water will kill de future – change begins at home”, onde se vê um adulto a apontar uma pistola de água à cabeça de um gorducho bebé.
Espera-se que este seja o ponto de partida para uma discussão sobre o tema da Água a ter lugar no Rio+20.
Podem saber mais em www.dropbydrop.eu.

Entretanto vejam aqui alguns dos trabalhos a concurso:

Daniele Gaspari - Wasting water will kill the future (1.º Prémio)

File #15398



Yusif Katanov - Azerbeijão

File #19462



Maria Magerova - Estónia

File #40202



Chiara Alfiero - Itália

File #28443



Alex Kemp - Reino Unido

File #24999



Angel Mellizo Guazo - Spain

File #40830



Greta Segneri - Italy

File #40720

terça-feira, 29 de maio de 2012

A Europa e os biocombustíveis - erro de cálculo

Tudo começou quando a União Europeia decidiu assumir o compromisso na sua política de transportes de aumentar a proveniência de energia de fontes renováveis. Este compromisso, assente na crença de que a revolução tecnológica multiplicaria rapidamente os veículos movidos a energia eólica e solar, teve de ser repensado e redireccionado para o recurso aos biocombustíveis, por forma a conseguir cumprir os objetivos inicialmente propostos.
Mas, na verdade, o que se multiplica agora são as críticas, tanto da comunidade científica, como das ONG's, que acusam o recurso aos biocombustíveis de ser o responsável pelo aumento dos preços mundiais dos produtos alimentares. Além do impacto negativo na biodiversidade, pela exploração exaustiva das terras e o recurso a pesticidas e adubos artificiais.
O propósito da política europeia era de que os biocombustíveis reduzissem em 35% as emissões de gases com efeitos de estufa. E a plantação da matéria prima para a produção de biocombustíveis em terreno europeu, tal como é legislada actualmente, fez com que reduzissemos as nossas emissões, é certo.
Errado é que a produção de óleos alimentares em terreno europeu, e que anteriormente satisfazia as nossas necessidades, tenha sido deslocalizada. Ou seja, agora temos de importar óleos vegetais de enormes plantações na Malásia e da Indonésia, destruindo florestas virgens e zonas pantanosas. A isto se chama o uso indirecto da terra. Ou seja, todas as emissões indirectas provenientes desta mudança de origem dos óleos alimentares que consumimos, têm um enormíssimo impacto negativo no ambiente. Muito, mas muito superior ao uso do petróleo tradicional. E esta, hein?
Além de que a necessidade de biocombustível e, consequentemente, de óleos alimentares por parte dos países mais desenvolvidos tem graves impactos na segurança alimentar mundial, como já foi referido acima, pelo aumento dos preços.
A Comissão Europeia está a analisar este assunto e neste Verão será apresentada uma proposta no sentido de incluir as emissões indirectas na legislação.
Os biocombustíveis são mais uma prova de como é difícil encontrar uma saída para a crise ambiental que vivemos.






 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Turismo sustentável à medida

Agora que já começa a apetecer uns diazinhos de descanso e que o "Verão" se começa a vislumbrar (ou não!), que tal começares a preparar as tuas férias?
Para te ajudar nesta busca idílica, o SUSTENTA-TE apresenta a Nature and Portugal, que te leva a conhecer Portugal de lés a lés de uma forma mais sustentável.
Porque Portugal não só os pontos turísticos habituais e existe muito mais por descobrir, a descentralização e as viagens diferentes do habitual fazem parte das suas sugestões. Podes também aproveitar para conhecer melhor a natureza e aprender a preservá-la em extasiantes paisagens naturais.
Além disso, todos os itinerários sugeridos são concebidos por forma a terem a menor pegada carbónica possível, causando assim menor impacto. O comércio local é também amplamente promovido para que possas contribuir de forma justa para a economia local.

Basta registares-te no site e eles entram em contacto contigo e tratam de tudo para que tu possas até nas tuas férias tratar deste planeta que é a nossa casa.

Há tanto para ver... "Em Portugal temos sardinhas, fado, cegonhas que nidificam sobre o mar, sobreiros, castelos com mais de 900 anos, comida como não há outra, a mais antiga região demarcada de vinhos do mundo, os Açores e sorrisos em cada face de todo um povo!"


Não sabes onde ir? Inspira-te aqui:

 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Think blue, drive green

A Volkswagen delineou a estratégia Think Blue que reúne todas as iniciativas ambientais da marca. Esta estratégia, que põe em evidência os principais valores da marca Volkswagen (produzir automóveis inovadores, sublimes e responsáveis), pretende responder ao desafio da mobilidade sustentável, um caminho que a Volkswagen pretende continuar a liderar.
Foi neste âmbito que a Volkswagen reuniu uma série de dicas para conduzir de forma mais eficiente e assim poupar combustível:

1. Conduz com calma e poupa.
Conduzir de forma relaxada é o primeiro passo para poupar combustível.

tip 01 150x150 Conducción eficiente para reducir la huella de CO2

Conduzir de forma agressiva, acelerar a fundo e mudar de faixa, além de criar tensão no condutor, aumenta o consumo de combustível.  Porém, quando manténs a calma, travas pouco e aproveitas o impulso do teu carro, poupas combustível e a tua viagem será mais agradável. A isto chama-se um estilo de condução moderna e responsável.

2. Saber usar a caixa de mudanças é igual a saber poupar.

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Conduz com a mudança mais alta possível.
Quando arrancares, passa rapidamente para segunda e logo que puderes, para terceira. E quando o trânsito o permita, muda para a mudança mais alta possível. Sempre que o som do motor for suave e o carro não dê puxões. Com isto, reduzes consideravelmente as emissões acústicas e o consumo de combustível.
Se conduzires um carro de mudanças automáticas, evita o movimento constante dos teus pés nos pedais e levanta o pé levemente do acelerador. A caixa automática passará para a mudança mais alta e pouparás combustível.

3. Avança sem acelerar.

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Aproveita o impulso do teu carro.
Aproveita o corte do combustível na desaceleração. Se deixas que o carro traccione com a mudança engatada, em descidas ou ao aproximares-te de um semáforo, conseguirás um consumo de 0,0 l/100 km, ou seja, não gastas nem uma gota. Também consumirás menos combustível levantando o pé da embraiagem e deixando que o carro aproveite o seu próprio impulso em percursos mais longos.

4. Mais conforto implica mais consumo.

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Usa o equipamento com moderação.
O equipamento faz com que as viagens sejam mais confortáveis, mas se o utilizas em excesso, consumes até 2l /100 km. Um conselho: areja o carro antes de o colocar em marcha, circulando com as janelas abertas e deixando que o calor saia.
O aquecimento também consume, por isso usa-o apenas quando necessário.
Comprovar durante o trajecto se os equipamentos que estão a funcionar são os necessários pode ter repercussões no teu bolso.

5. Poupa combustível antes de arrancar.

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Verifica de tempos a tempos a pressão dos teus pneus.
A sua resistência pode significar até 15% do consumo total de combustível. Se os pneus estão cheios com a pressão correcta (os números encontram-se na tampa do depósito de combustível), a resistência será inferior e por conseguinte, o consumo também.
Comprar pneus de baixa resistência confere uma poupança adicional de 3% de combustível.

6. Um motor frio consome mais.

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Evita usar o carro para viagens curtas.
O teu motor usa a maior parte do combustível quando está frio. Isto quere dizer que se tens que fazer viagens muito curtas, e o motor não chega a aquecer, o consumo de combustível poderia ser tão alto como 30 l/100km.
Planeia as tuas saídas de maneira que possas tratar de várias coisas numa só viagem. Neste caso, o motor terá maior possibilidade de alcançar a temperatura de funcionamiento ideal e consumirá muito menos combustível.
7. Um motor bem lubrificado produz menos emissões.

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Usa óleo de baixa viscosidade.
Quanto antes se lubrificar um motor, mais cedo funciona produZindo menos emissões. Por isso utilizar um bom óleo de motor facilita que este se distribua mais rapidamente. E isto é especialmente importante em arranques a frio e em trajectos curtos.
Controla que o nível de óleo esteja correcto, respeita os intervalos de mudança do mesmo e utiliza estas recomendações.

8. Mantém o teu carro leve.

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Evita usar acessórios que reduzam a aerodinâmica.
A correcta aerodinâmica de um veículo proporciona um consumo reduzido, especialmente em velocidades mais rápidas.
Um aumento de 33% da resistência aerodinâmica aumenta o consumo de combustível até 2 l/100 km a 120 km/h. Por isso, o melhor é que acessórios como porta-esquis, porta-bicicletas ou outros se utilizem apenas quando for necessário.

9. Evita peso desnecessário.

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Viaja com o mínimo de bagagem.
Cada kilo de bagagem, custa combustível: 100 kg aumentam o consumo até 0,3 l/100 km. Verifica o porta-bagagem e certifica-te que não carregas coisas desnecessárias. Controlar a bagagem em viagens grandes, também ajuda a poupar combustível.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Lisboa sem reservas

Numa época de crise, o importante é valorizar o que é nacional. E para nos mostrar isso mesmo ninguém melhor que Anthony Bourdain e o seu programa televisivo "No Reservations". Ele veio pela primeira vez a Lisboa para nos mostrar o que temos de melhor. O que é nosso. Porque Lisboa é uma cidade sem reservas.
Atravessando a capital, falando sobre o passado colonial e fascista e sobre o futuro. Tudo à volta da mesa.
Numa época em que se fala tanto em consumo responsável, vemos neste episódio o que o país produz de bom: peixe, marisco, azeite, enchidos, carne, queijo, vinho. Afinal o que é nacional é mesmo bom. Nada como uma ida ao mercado para poder adquirir todos os melhores produtos nacionais, comprados diretamente aos produtores. Uma prática bastante comum noutros países, e pouco comum em Portugal. Muito se compra nos supermercados, produtos estrangeiros e que nem sabemos de onde vêm exactamente.
Porque não aproveitas o teu sábado para fazer as compras no mercado mais próximo da tua casa? Uma manhã no mercado pode ser o teu melhor programa semanal. A comprar o que temos de bom. E como diz Tozé Brito, muito do que produzimos é apenas para consumo nacional, pois nem sequer produzimos o suficiente para exportar.
Fala-se ainda dos efeitos nefastos que as políticas europeias tiveram na agricultura nacional. No que nos pagaram para deixarmos de produzir.
Temos por isso de aproveitar o que ainda temos de bom. Não só a nível gastronómico, mas também a nível cultural. Enraizarmos na nossa tradição do fado e da música popular, sem perder o que se anda a fazer de novo e de original.
A não perder!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Ilustrar para reflectir e criticar

Já conheces o ilustrador polaco Pawel Kuczynski? Se não, nem sabes o que perdes. As suas obras estão cheias de sátira e vão directo ao âmago das contradições do mundo em que vivemos, fazendo uma acutilante e assertiva crítica política, social e económica. É absolutamente brilhante...


Apple

... ou como enquanto uns se dão ao luxo de brincar com a comida, 
outros só pensam em colocar um pouco dela à boca.

 



Christmas

... ou como o Pai Natal agora vem da China. 
E não é só um, mas milhões.




Hunting

... ou como o homem deixou de caçar e critica esta prática 
para ir ao supermercado comprar carne.




Money

... ou como o dinheiro está manchado pelas guerras que financia. 




Olive tree

... ou como a produção agrícola está mecanizada.




Peace

... ou como a paz é um instrumento, tal como a guerra.




Speech

... ou como os discursos dos políticos não têm resultados nenhuns.




Strike

... ou como os ricos continuam impávidos e serenos, 
enquanto os menos favorecidos protestam por melhores condições.




Tourism

... ou como o turismo actual em massa destrói a paisagem e a cultura locais.




Water economy

... ou as desigualdades na distribuição e no acesso à água no mundo.


E tu? Que achas disto tudo?